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Avaliação e Tratamento do Desenvolvimento da Escrita Infantil em Campo Grande e Recreio dos Bandeirantes – RJ
Aprender a ler e a escrever é um dos marcos mais emocionantes da vida escolar. Mas, ao contrário da fala (que a criança desenvolve naturalmente apenas ouvindo quem está ao redor), a escrita é uma habilidade que precisa ser ensinada. Ela exige treino, estímulo correto e, muitas vezes, um olhar especializado.
Entender como esse processo acontece ajuda pais e professores a identificarem sinais de alerta logo no início, sabendo exatamente quando buscar o apoio de um fonoaudiólogo.

As 3 Fases da Leitura (Modelo de Frith)
Antes de ler fluentemente, toda criança passa por três etapas visuais e sonoras:
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Fase Logográfica (Reconhecimento Visual): A criança "lê" o mundo pelas imagens. Ela reconhece o próprio nome, marcas de brinquedos ou logotipos famosos pelo formato e pelas cores, sem ainda associar as letras aos seus sons.
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Fase Alfabética (Decodificação): É o estalo! A criança começa a entender que cada letra tem um som. Ela passa a juntar as sílabas devagarinho (D-E-S-E-N-H-O) para formar e compreender a palavra.
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Fase Ortográfica (Fluência): A leitura se torna automática. A criança já bate o olho na palavra e a reconhece globalmente, sem precisar soletrar. É aqui que a leitura ganha velocidade e ritmo.
As 4 Fases da Escrita (Psicogênese de Emilia Ferreiro)
A escrita é uma construção de hipóteses. A criança testa ideias até dominar o código do nosso idioma:
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Fase Pré-Silábica: A criança usa rabiscos, desenhos ou sequências de letras aleatórias. Para ela, desenhos grandes precisam de palavras grandes. Não há relação ainda entre o som da fala e o que é escrito.
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Fase Silábica: A ficha começa a cair. A criança percebe que a fala tem pedaços (sílabas) e passa a usar uma letra para cada sílaba falada (por exemplo, escrever B-C para "Boneca").
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Fase Silábico-Alfabética: Um momento de transição. Ora a criança escreve apenas uma letra por sílaba, ora consegue colocar a sílaba completa (como escrever B-NE-C).
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Fase Alfabética: A estrutura da escrita está dominada! A criança já entende o sistema e consegue se fazer entender. Erros de ortografia (como trocar o S pelo Z) são perfeitamente naturais e esperados nessa fase.
Troca de letras, lentidão ou inversões? O papel da Fonoaudiologia
É muito comum que, durante a alfabetização, surjam desafios como a troca de letras na fala ou na escrita, leitura muito lenta ou dificuldades para compreender o que foi lido.
O fonoaudiólogo infantil é o profissional capacitado para avaliar e intervir nessas barreiras. Nós trabalhamos a consciência fonológica (a capacidade de focar e manipular os sons da fala), a articulação correta e o processamento da linguagem.
Na Fonocom, sabemos que cada criança é única. Por isso, nosso acolhimento é multidisciplinar. Integramos as áreas de:
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Fonoaudiologia
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Psicopedagogia
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Psicologia
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Terapia Ocupacional
Essa união de olhares garante que o neurodesenvolvimento do seu filho seja estimulado por completo, transformando a frustração do aprendizado em conquistas reais e consistentes.
Onde encontrar atendimento especializado
Se você percebeu que seu filho está travado em alguma dessas fases ou quer garantir uma transição tranquila para a alfabetização, venha nos conhecer. A Fonocom conta com duas unidades no Rio de Janeiro:
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Unidade Campo Grande – RJ
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Unidade Recreio dos Bandeirantes – RJ
Agende uma avaliação ou tire suas dúvidas:
WhatsApp: (21) 99484-9543
Fonoaudióloga Responsável: Roberta Angelo – CRFa 1-13.631
Referências Científicas
Ferreiro, E. & Teberosky, A. (1999). Psicogênese da língua escrita. Artmed.
Frith, U. (1985). Beneath the surface of developmental dyslexia. In Surface dyslexia.
Moojen, S. (2011). A escrita ortográfica na escola e na clínica: teoria, avaliação e tratamento. Casa do Psicólogo.







